Olá, amigos!
Este é um tema que me apraz muito, já que eu sou uma pessoa que gosta muito de ajudar os outros.
Nos dias que correm as pessoas "andam muito viradas para o seu próprio nariz" e não vêem ou não querem ver realidades diferentes das suas.
O meu percurso de pessoa solidária mostra-me sempre que as pessoas que estão dispostas a colaborar são as que pouco têm. Talvez por isso entendam melhor a necessidade dos outros.
Os que muito têm estão refastelados na sua redoma dourada e só vêem quem faz parte do seu pequeno mundo opaco e, muitas vezes, fútil.
Solidariedade não significa necessá-riamente ter que dar dinheiro. Às vezes uma palavra doce já ajuda. Outras, roupas usadas mas em bom estado são um bem precioso para quem nada tem.
Há tantas formas de ajudar mas, para isso, é obrigatório querer fazê - lo de coração. E não durante um dia ou dois, mas durante uma vida inteira.
Dar uma esmola a un pobre na rua não é solidariedade. É pena. E você sabe lá se essa pessoa pega no dinheiro que lhe deu e vai logo comprar vinho? Nunca dê dinheiro; dê comida.
Ser solidário é ter uma atitude generosa para com o próximo. É observar o mundo que nos rodeia e torná - lo um pouco melhor.
Sempre que eu peço ajuda para os outros as pessoas desconfiam, mas eu já estou bem dentro do assunto, já que sou solidária mas não burra.
A crise aumentou muito o desemprego e a consequente pobreza. Eu já vi um pouco de tudo: pessoas muito bem vestidas sem ter o que dar de comer aos filhos porque o desemprego abraçou o casal, pessoas sem tecto que dormem à chuva e ao frio, drogados que os pais puseram fora de casa por roubarem coisas, mulheres que têm filhos atrás de filhos sem condições económicas para os manterem...
O objectivo deste artigo é "acordar as pessoas para outras realidades".
Se o que eu escrevi o pôs a pensar já valeu a pena!
Se quiser ajudar e não souber como o fazer fale comigo.
Muito obrigada e até breve!
P.S. As pessoas não precisam de coisas só no Natal!
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Uma história engraçada
Há histórias engraçadas, principalmente porque não foram vividas por mim!
A minha amiga Joana caiu numa armadilha e das grandes! Outra amiga minha, a Teresa, um dia telefonou-lhe para irem tomar café e ela concordou. Achou estranho ser ao fim-da-tarde, porque o cafézinho habitual era à hora do almoço, já que as duas trabalhavam muito perto uma da outra, mas pegou no carro e lá foi.
Quando chegou à pastelaria verificou que a Teresa não estava sozinha e pensou logo que se tratava de um namorado novo desta.
Depressa se sentou e foi apresentada ao homem misterioso, sempre a constatar que ele e a amiga eram como água e vinho! Como podiam ser namorados?!? A Teresa era uma mulher vistosa e cuidada e ele tinha um aspecto muito abandalhado: o cabelo era comprido e parecia não ver um pente há semanas e as calças de ganga eram coçadas e à boca de sino! Será que eram dos anos sessenta?!?
Os três começaram a conversar e, afinal, o Tiago era mais culto e inteligente do que parecia! Até tinha sentido de humor!
A Teresa levantou - se para ir ao wc e eles ficaram a olhar um para o outro sem saber o que dizer.
A Joana acendeu um cigarro para preencher o tempo e rezou para que a amiga não caísse na sanita!
Tinha passado meia-hora e a Teresa? Nem vê -la! Joana olhou para o relógio e disse ao Tiago que tinha que ir embora.
- Mas nós não iamos jantar fora?, perguntou ele.
A Joana fez um esforço enorme para não lhe chamar "engraçadinho e traidor".
- Jantar fora?!? A que propósito? Mas você não é namorado da Teresa?!?!?, perguntou ela furiosa.
- Ah! Então a Teresa não lhe disse? Ela marcou este encontro para nós nos conhecermos.
Lololololololol! (Desculpem, mas eu não resisti!).
- O quê?!? Mas ela está parva? Eu não sou uma pessoa que vá a encontros! Por isso é que ela se pirou para a casa-de-banho! Quando ela chegar...
- Ela não vem. Foi-se embora para nos deixar a sós, continuou ele.
- Ah, francamente! É que não há pachorra! Boa noite!
E a Joana levantou-se, pagou a sua despesa e saiu a bufar.
Moral da história: cuidado com as amigas!!! Lol
E quem disse que a vida não dá voltas?!? Hoje a Joana e o Tiago estão juntos e têm três filhos!
Um bom feriado e até breve!
P.S. É claro que os nomes são fictícios!
A minha amiga Joana caiu numa armadilha e das grandes! Outra amiga minha, a Teresa, um dia telefonou-lhe para irem tomar café e ela concordou. Achou estranho ser ao fim-da-tarde, porque o cafézinho habitual era à hora do almoço, já que as duas trabalhavam muito perto uma da outra, mas pegou no carro e lá foi.
Quando chegou à pastelaria verificou que a Teresa não estava sozinha e pensou logo que se tratava de um namorado novo desta.
Depressa se sentou e foi apresentada ao homem misterioso, sempre a constatar que ele e a amiga eram como água e vinho! Como podiam ser namorados?!? A Teresa era uma mulher vistosa e cuidada e ele tinha um aspecto muito abandalhado: o cabelo era comprido e parecia não ver um pente há semanas e as calças de ganga eram coçadas e à boca de sino! Será que eram dos anos sessenta?!?
Os três começaram a conversar e, afinal, o Tiago era mais culto e inteligente do que parecia! Até tinha sentido de humor!
A Teresa levantou - se para ir ao wc e eles ficaram a olhar um para o outro sem saber o que dizer.
A Joana acendeu um cigarro para preencher o tempo e rezou para que a amiga não caísse na sanita!
Tinha passado meia-hora e a Teresa? Nem vê -la! Joana olhou para o relógio e disse ao Tiago que tinha que ir embora.
- Mas nós não iamos jantar fora?, perguntou ele.
A Joana fez um esforço enorme para não lhe chamar "engraçadinho e traidor".
- Jantar fora?!? A que propósito? Mas você não é namorado da Teresa?!?!?, perguntou ela furiosa.
- Ah! Então a Teresa não lhe disse? Ela marcou este encontro para nós nos conhecermos.
Lololololololol! (Desculpem, mas eu não resisti!).
- O quê?!? Mas ela está parva? Eu não sou uma pessoa que vá a encontros! Por isso é que ela se pirou para a casa-de-banho! Quando ela chegar...
- Ela não vem. Foi-se embora para nos deixar a sós, continuou ele.
- Ah, francamente! É que não há pachorra! Boa noite!
E a Joana levantou-se, pagou a sua despesa e saiu a bufar.
Moral da história: cuidado com as amigas!!! Lol
E quem disse que a vida não dá voltas?!? Hoje a Joana e o Tiago estão juntos e têm três filhos!
Um bom feriado e até breve!
P.S. É claro que os nomes são fictícios!
Uma história engraçada
Há histórias engraçadas, principalmente porque não foram vividas por mim!
A minha amiga Joana caiu numa armadilha e das grandes! Outra amiga minha, a Teresa, um dia telefonou-lhe para irem tomar café e ela concordou. Achou estranho ser ao fim-da-tarde, porque o cafézinho habitual era à hora do almoço, já que as duas trabalhavam muito perto uma da outra, mas pegou no carro e lá foi.
Quando chegou à pastelaria verificou que a Teresa não estava sozinha e pensou logo que se tratava de um namorado novo desta.
Depressa se sentou e foi apresentada ao homem misterioso, sempre a constatar que ele e a amiga eram como água e vinho! Como podiam ser namorados?!? A Teresa era uma mulher vistosa e cuidada e ele tinha um aspecto muito abandalhado: o cabelo era comprido e parecia não ver um pente há semanas e as calças de ganga eram coçadas e à boca de sino! Será que eram dos anos sessenta?!?
Os três começaram a conversar e, afinal, o Tiago era mais culto e inteligente do que parecia! Até tinha sentido de humor!
A Teresa levantou - se para ir ao wc e eles ficaram a olhar um para o outro sem saber o que dizer.
A Joana acendeu um cigarro para preencher o tempo e rezou para que a amiga não caísse na sanita!
Tinha passado meia-hora e a Teresa? Nem vê -la! Joana olhou para o relógio e disse ao Tiago que tinha que ir embora.
- Mas nós não iamos jantar fora?, perguntou ele.
A Joana fez um esforço enorme para não lhe chamar "engraçadinho e traidor".
- Jantar fora?!? A que propósito? Mas você não é namorado da Teresa?!?!?, perguntou ela furiosa.
- Ah! Então a Teresa não lhe disse? Ela marcou este encontro para nós nos conhecermos.
Lololololololol! (Desculpem, mas eu não resisti!).
- O quê?!? Mas ela está parva? Eu não sou uma pessoa que vá a encontros! Por isso é que ela se pirou para a casa-de-banho! Quando ela chegar...
- Ela não vem. Foi-se embora para nos deixar a sós, continuou ele.
- Ah, francamente! É que não há pachorra! Boa noite!
E a Joana levantou-se, pagou a sua despesa e saiu a bufar.
Moral da história: cuidado com as amigas!!! Lol
E quem disse que a vida não dá voltas?!? Hoje a Joana e o Tiago estão juntos e têm três filhos!
Um bom feriado e até breve!
P.S. É claro que os nomes são fictícios!
A minha amiga Joana caiu numa armadilha e das grandes! Outra amiga minha, a Teresa, um dia telefonou-lhe para irem tomar café e ela concordou. Achou estranho ser ao fim-da-tarde, porque o cafézinho habitual era à hora do almoço, já que as duas trabalhavam muito perto uma da outra, mas pegou no carro e lá foi.
Quando chegou à pastelaria verificou que a Teresa não estava sozinha e pensou logo que se tratava de um namorado novo desta.
Depressa se sentou e foi apresentada ao homem misterioso, sempre a constatar que ele e a amiga eram como água e vinho! Como podiam ser namorados?!? A Teresa era uma mulher vistosa e cuidada e ele tinha um aspecto muito abandalhado: o cabelo era comprido e parecia não ver um pente há semanas e as calças de ganga eram coçadas e à boca de sino! Será que eram dos anos sessenta?!?
Os três começaram a conversar e, afinal, o Tiago era mais culto e inteligente do que parecia! Até tinha sentido de humor!
A Teresa levantou - se para ir ao wc e eles ficaram a olhar um para o outro sem saber o que dizer.
A Joana acendeu um cigarro para preencher o tempo e rezou para que a amiga não caísse na sanita!
Tinha passado meia-hora e a Teresa? Nem vê -la! Joana olhou para o relógio e disse ao Tiago que tinha que ir embora.
- Mas nós não iamos jantar fora?, perguntou ele.
A Joana fez um esforço enorme para não lhe chamar "engraçadinho e traidor".
- Jantar fora?!? A que propósito? Mas você não é namorado da Teresa?!?!?, perguntou ela furiosa.
- Ah! Então a Teresa não lhe disse? Ela marcou este encontro para nós nos conhecermos.
Lololololololol! (Desculpem, mas eu não resisti!).
- O quê?!? Mas ela está parva? Eu não sou uma pessoa que vá a encontros! Por isso é que ela se pirou para a casa-de-banho! Quando ela chegar...
- Ela não vem. Foi-se embora para nos deixar a sós, continuou ele.
- Ah, francamente! É que não há pachorra! Boa noite!
E a Joana levantou-se, pagou a sua despesa e saiu a bufar.
Moral da história: cuidado com as amigas!!! Lol
E quem disse que a vida não dá voltas?!? Hoje a Joana e o Tiago estão juntos e têm três filhos!
Um bom feriado e até breve!
P.S. É claro que os nomes são fictícios!
terça-feira, 20 de setembro de 2016
A cidade preferida dos amigos e da família
Olá a todos! O blogue voltou! Não com a regularidade habitual, mas sempre que possível.
Eu pedi a alguns amigos e familiares para escolherem a cidade que mais os marcou e aqui estão as suas opiniões.
As férias já acabaram para a maior parte das pessoas, mas ficam as sugestões!
Cristina Tavarela Fernandez
Uma cidade que me impressionou muito por ser tão diferente de tudo o que temos na Europa foi Fatehpur Sikri que fica em Uttar Pradesh, perto de Agra na Índia.
É uma cidade fortificada do século XVI, que foi abandonada por falta de água.
Fica no cimo de uma montanha e só se pode chegar lá de jipe ou elefante. Está num estado de preservação incrível e é lindíssima! Tem uma vista maravilhosa, a arquitectura é belíssima e numa escala impressionante, completamente diferente de tudo o que temos na Europa.
Num país com tanta gente e barulho, este sítio é um oásis de calma!
Manuela Barbot
Fira em Santorini, pela beleza natural.
Fátima Barbot
Chicago, pela arquitectura.
Raquel Torres
Rio de Janeiro, pela combinação harmoniosa de beleza natural muito diversificada com a cidade, pelo clima e ambiente de alegria contagiante!
Isabel Orr
Viena (Palácio de Schönbrunn, valsas, lojas fabulosas, Café Mozart e, principalmente, a viagem de carro de Viena para Salzburg, com lagos maravilhosos e onde foi filmado o filme "Música no Coração").
Inês Brandão
Talvez o Rio de Janeiro, mas existem tantas outras com outras particularidades!
Francisco Leite Castro
Viena de Áustria...
Cidade fabulosa, onde se respira arte e cultura...
Arquitectura espantosa...
Parece que o ar é um calmante, as montras maravilhosas e em cada canto se vê encanto.
Parcidio Campos e Matos
Eu conheço meio mundo como tu sabes. Toda a Europa, prácticamente, América do Norte, México e vários países da América do Sul e África.
A cidade onde eu gostava de viver e onde já fui mais de 150 vezes é Paris.
A cidade que mais me surpreendeu pela beleza dos seus monumentos e pela sua história foi, sem dúvida, Moscovo.
Mas há 10 cidades italianas que eu adoro, toda a Áustria ( Viena, Salzburg, etc ) e tantas outras noutros países.
Rita Torres Henriques
Washington DC por ser uma cidade com monumentos tão grandiosos num país com tão poucos anos de história. Por ser também uma cidade em que vivi e que tanto contribuiu para a pessoa que sou hoje!
Já agora, eu aproveito para sugerir algumas cidades que não foram mencionadas: Florença, Dublin, Praga, Budapeste e Barcelona.
Muito obrigada aos intervenientes pela colaboração preciosa e até breve!
Eu pedi a alguns amigos e familiares para escolherem a cidade que mais os marcou e aqui estão as suas opiniões.
As férias já acabaram para a maior parte das pessoas, mas ficam as sugestões!
Cristina Tavarela Fernandez
Uma cidade que me impressionou muito por ser tão diferente de tudo o que temos na Europa foi Fatehpur Sikri que fica em Uttar Pradesh, perto de Agra na Índia.
É uma cidade fortificada do século XVI, que foi abandonada por falta de água.
Fica no cimo de uma montanha e só se pode chegar lá de jipe ou elefante. Está num estado de preservação incrível e é lindíssima! Tem uma vista maravilhosa, a arquitectura é belíssima e numa escala impressionante, completamente diferente de tudo o que temos na Europa.
Num país com tanta gente e barulho, este sítio é um oásis de calma!
Manuela Barbot
Fira em Santorini, pela beleza natural.
Fátima Barbot
Chicago, pela arquitectura.
Raquel Torres
Rio de Janeiro, pela combinação harmoniosa de beleza natural muito diversificada com a cidade, pelo clima e ambiente de alegria contagiante!
Isabel Orr
Viena (Palácio de Schönbrunn, valsas, lojas fabulosas, Café Mozart e, principalmente, a viagem de carro de Viena para Salzburg, com lagos maravilhosos e onde foi filmado o filme "Música no Coração").
Inês Brandão
Talvez o Rio de Janeiro, mas existem tantas outras com outras particularidades!
Francisco Leite Castro
Viena de Áustria...
Cidade fabulosa, onde se respira arte e cultura...
Arquitectura espantosa...
Parece que o ar é um calmante, as montras maravilhosas e em cada canto se vê encanto.
Parcidio Campos e Matos
Eu conheço meio mundo como tu sabes. Toda a Europa, prácticamente, América do Norte, México e vários países da América do Sul e África.
A cidade onde eu gostava de viver e onde já fui mais de 150 vezes é Paris.
A cidade que mais me surpreendeu pela beleza dos seus monumentos e pela sua história foi, sem dúvida, Moscovo.
Mas há 10 cidades italianas que eu adoro, toda a Áustria ( Viena, Salzburg, etc ) e tantas outras noutros países.
Rita Torres Henriques
Washington DC por ser uma cidade com monumentos tão grandiosos num país com tão poucos anos de história. Por ser também uma cidade em que vivi e que tanto contribuiu para a pessoa que sou hoje!
Já agora, eu aproveito para sugerir algumas cidades que não foram mencionadas: Florença, Dublin, Praga, Budapeste e Barcelona.
Muito obrigada aos intervenientes pela colaboração preciosa e até breve!
domingo, 19 de junho de 2016
O mêdo
Olá, amigos! O blogue voltou não com um tema lá muito primaveril mas pertinente.
O mêdo é, de facto, o nosso pior inimigo e devemos combatê - lo. Desta forma, aumentaremos a nossa auto estima e a nossa liberdade.
O medo é um reflexo da nossa insegurança. Todos temos medos que escondemos, mas que nos destroem por dentro.
Tem medo de andar de avião? De multidões? De doenças? De aranhas? De elevadores? De cobras? Enfim, o leque de medos é mesmo muito extenso!
Há medos que têm a sua origem em traumas. Quem teve um grave acidente de carro terá sempre medo de andar de carro. Quem teve um enfarte terá sempre medo de voltar a ter outro.
É a nossa fragilidade e impotência perante um mundo cada vez mais agressivo e desumano que nos faz sentir pequenos e com grandes medos.
Em primeiro lugar, nós devemos gostar de nós mesmos e, a partir daí, gostar de outras pessoas. Sem auto estima não poderemos nunca amar alguém nem vencer os medos que tanto nos aborrecem!
O primeiro passo está dado. Agora pense no seu medo e admita-o.
O seu medo tem razão de existir? O que vai ganhar ao perder esse medo?
Tem medo de andar de avião? Então, marque uma viagem em que terá de usar este meio de transporte. E, quando o mêdo surgir, pense em tudo o que perderá se se deixar vencer por ele. Muito mais do que o seu medinho! Vá, divirta-se e pense em como foi forte ao mandar o seu medo às urtigas!
Porque perde e desgasta o seu tempo a pensar em doenças? Coitadas daquelas pessoas que realmente as têm e não se podem livrar delas! Reconheça que é uma pessoa saudável e que não têm nenhuma razão para achar que tem este ou aquele mal. Vá dar uma volta num dia de sol e sinta - se profundamente bem por estar vivo e em óptimo estado!
Em relação a todos os seus medos lembre - se sempre que o passado é um tempo que não voltará e que o futuro é uma incógnita. Trate de viver no presente e da melhor forma possível, vencendo os medos que só o fazem andar para trás!
Pensamentos positivos!
Até breve!
O mêdo é, de facto, o nosso pior inimigo e devemos combatê - lo. Desta forma, aumentaremos a nossa auto estima e a nossa liberdade.
O medo é um reflexo da nossa insegurança. Todos temos medos que escondemos, mas que nos destroem por dentro.
Tem medo de andar de avião? De multidões? De doenças? De aranhas? De elevadores? De cobras? Enfim, o leque de medos é mesmo muito extenso!
Há medos que têm a sua origem em traumas. Quem teve um grave acidente de carro terá sempre medo de andar de carro. Quem teve um enfarte terá sempre medo de voltar a ter outro.
É a nossa fragilidade e impotência perante um mundo cada vez mais agressivo e desumano que nos faz sentir pequenos e com grandes medos.
Em primeiro lugar, nós devemos gostar de nós mesmos e, a partir daí, gostar de outras pessoas. Sem auto estima não poderemos nunca amar alguém nem vencer os medos que tanto nos aborrecem!
O primeiro passo está dado. Agora pense no seu medo e admita-o.
O seu medo tem razão de existir? O que vai ganhar ao perder esse medo?
Tem medo de andar de avião? Então, marque uma viagem em que terá de usar este meio de transporte. E, quando o mêdo surgir, pense em tudo o que perderá se se deixar vencer por ele. Muito mais do que o seu medinho! Vá, divirta-se e pense em como foi forte ao mandar o seu medo às urtigas!
Porque perde e desgasta o seu tempo a pensar em doenças? Coitadas daquelas pessoas que realmente as têm e não se podem livrar delas! Reconheça que é uma pessoa saudável e que não têm nenhuma razão para achar que tem este ou aquele mal. Vá dar uma volta num dia de sol e sinta - se profundamente bem por estar vivo e em óptimo estado!
Em relação a todos os seus medos lembre - se sempre que o passado é um tempo que não voltará e que o futuro é uma incógnita. Trate de viver no presente e da melhor forma possível, vencendo os medos que só o fazem andar para trás!
Pensamentos positivos!
Até breve!
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Viagem pela leitura
Olá, amigos! Cá estou eu de volta e com um tema que muito me apraz: a leitura.
Quem não lê não se deixa levar a viajar e cada livro é uma nova viagem.
Hoje vou sugerir os livros que se seguem:
- "Mil Sóis Resplandecentes", de Khaled Hosseini. Este livro conta - nos a história de Mariam, uma menina afegã, filha bastarda de um comerciante rico, e do seu percurso no contexto das convulsões sóciopolíticas que abalaram o Afeganistão nas últimas três décadas. Mariam e Laila, duas mulheres de gerações e níveis sociais distintos, vêem - se obrigadas a partilhar
o mesmo marido;
- "A chave para Rebecca", de Ken Follett. Nesta brilhante aventura de cortar a respiração, militares britânicos e nazis disputam o código mais bem guardado de sempre;
- "A aposta da Rainha", de Barbara Kyle. Esta é a história de Isabel I de Inglaterra e tem como pano de fundo uma corte vibrante e exuberante, personagens marcantes e figuras históricas. Viaje por esta história de ambição, paixão e coragem;
- "Meia-noite ou O princípio do Mundo ", de Richard Zimler. Este livro conta- nos a vida de John Zarco Stewart, o filho de uma judia portuguesa e de um escocês. Esta é uma criança levada da breca, curiosa e sensível. Mas, um período de dolorosas revelações e perda vai acabar rapidamente com a sua inocência. Só a misteriosa interferência de um mágico estrangeiro, trazido pelo pai de John de África para o Porto, vai conseguir salvá - lo;
- "O Amante Japonês", de Isabel Allende. Em 1939, na altura em que a Polónia se encontrava sob o domínio nazi, Alma Belasco foi enviada para casa dos seus tios em São Francisco. Aí, esta conheceu Ichimei Fukuda, o filho do jardineiro da opulenta mansão onde Alma estava;
E, para terminar, dois livros já antiguinhos de dois escritores fabulosos:
- "Crónica de uma morte anunciada", de Gabriel Garcia Marquez. Esta é a história do último dia de vida de Santiago Nasar, assassinado pelos seus dois irmãos;
- "À Flor do Tempo - Crónicas", de Ilse Losa. Este livro é um conjunto de crónicas dispersas por revistas e jornais ao longo de quase cinquenta anos.
Fiquem bem e boa leitura!
Quem não lê não se deixa levar a viajar e cada livro é uma nova viagem.
Hoje vou sugerir os livros que se seguem:
- "Mil Sóis Resplandecentes", de Khaled Hosseini. Este livro conta - nos a história de Mariam, uma menina afegã, filha bastarda de um comerciante rico, e do seu percurso no contexto das convulsões sóciopolíticas que abalaram o Afeganistão nas últimas três décadas. Mariam e Laila, duas mulheres de gerações e níveis sociais distintos, vêem - se obrigadas a partilhar
o mesmo marido;
- "A chave para Rebecca", de Ken Follett. Nesta brilhante aventura de cortar a respiração, militares britânicos e nazis disputam o código mais bem guardado de sempre;
- "A aposta da Rainha", de Barbara Kyle. Esta é a história de Isabel I de Inglaterra e tem como pano de fundo uma corte vibrante e exuberante, personagens marcantes e figuras históricas. Viaje por esta história de ambição, paixão e coragem;
- "Meia-noite ou O princípio do Mundo ", de Richard Zimler. Este livro conta- nos a vida de John Zarco Stewart, o filho de uma judia portuguesa e de um escocês. Esta é uma criança levada da breca, curiosa e sensível. Mas, um período de dolorosas revelações e perda vai acabar rapidamente com a sua inocência. Só a misteriosa interferência de um mágico estrangeiro, trazido pelo pai de John de África para o Porto, vai conseguir salvá - lo;
- "O Amante Japonês", de Isabel Allende. Em 1939, na altura em que a Polónia se encontrava sob o domínio nazi, Alma Belasco foi enviada para casa dos seus tios em São Francisco. Aí, esta conheceu Ichimei Fukuda, o filho do jardineiro da opulenta mansão onde Alma estava;
E, para terminar, dois livros já antiguinhos de dois escritores fabulosos:
- "Crónica de uma morte anunciada", de Gabriel Garcia Marquez. Esta é a história do último dia de vida de Santiago Nasar, assassinado pelos seus dois irmãos;
- "À Flor do Tempo - Crónicas", de Ilse Losa. Este livro é um conjunto de crónicas dispersas por revistas e jornais ao longo de quase cinquenta anos.
Fiquem bem e boa leitura!
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Amores e desamores
Olá, amigos!
A paixão é um estado efémero que nos faz regressar aos quinze anos e sentir borboletas no estômago.
Mas, a paixão passa ou evolui para o amor. O amor é um estado bem mais tranquilo e duradouro. Mas não é o amor por si só que faz durar uma relação entre duas pessoas. No dia a dia, não podemos levar para casa os aborrecimentos que tivemos no emprego ou as horas que passámos no trânsito.
O amor é como uma planta que tem que ser regada diariamente e tratada com muito carinho.
O amor também precisa de espaço: o de os dois e o de cada um. Este espaço é muito importante para o bem estar da relação.
Há amores impossíveis, possíveis, de curta ou de longa duração.
O respeito pela individualidade do outro é deveras importante. Ninguém é de ninguém. Se há um sentimento que une duas pessoas também há uma individualidade que os separa se não tiverem o seu espaço.
E há amores que acabam em desamores e desamores que viram amores.
Antigamente, morria se por amor e hoje mata - se por amor?!?
O ciúme é uma coisa bonita se não for obsessiva. Quando passa a obsessiva já é uma doença.
Se conheço muitos casais felizes? Contam-se pelos dedos de uma mão!
E quem sou eu para falar deste tema? Apenas uma observadora atenta que quer deixar algo para vos pôr a reflectir.
A paixão é um estado efémero que nos faz regressar aos quinze anos e sentir borboletas no estômago.
Mas, a paixão passa ou evolui para o amor. O amor é um estado bem mais tranquilo e duradouro. Mas não é o amor por si só que faz durar uma relação entre duas pessoas. No dia a dia, não podemos levar para casa os aborrecimentos que tivemos no emprego ou as horas que passámos no trânsito.
O amor é como uma planta que tem que ser regada diariamente e tratada com muito carinho.
O amor também precisa de espaço: o de os dois e o de cada um. Este espaço é muito importante para o bem estar da relação.
Há amores impossíveis, possíveis, de curta ou de longa duração.
O respeito pela individualidade do outro é deveras importante. Ninguém é de ninguém. Se há um sentimento que une duas pessoas também há uma individualidade que os separa se não tiverem o seu espaço.
E há amores que acabam em desamores e desamores que viram amores.
Antigamente, morria se por amor e hoje mata - se por amor?!?
O ciúme é uma coisa bonita se não for obsessiva. Quando passa a obsessiva já é uma doença.
Se conheço muitos casais felizes? Contam-se pelos dedos de uma mão!
E quem sou eu para falar deste tema? Apenas uma observadora atenta que quer deixar algo para vos pôr a reflectir.
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